Ex-oficial do Exército e missionário da ONU, Nelson Leoni foi atingido por um tiro de fuzil AK-47 no coração durante uma emboscada no Haiti em 2005 — ficou clinicamente morto por 8 minutos e precisou de dois anos de cirurgias e reabilitação. Aos 30, aposentou-se do Exército e reinventou-se: tornou-se atleta paralímpico de natação, pioneiro na digitalização da comunicação militar e, depois, Chefe Global de Engajamento Digital do UNICEF em Nova York. Hoje, aos 45, é cofundador e CEO da WideLabs, parceira estratégica de NVIDIA e Oracle, e criador da Amazônia IA — a primeira LLM nativa em português brasileiro.
Sua trajetória é marcada pela defesa da soberania tecnológica do país: o projeto bAIgrapher, IA que reconstrói memórias de pacientes com Alzheimer, conquistou o Leão de Bronze em Cannes.
Com passagem por gigantes como Raízen, Coca-Cola e o Ministério Público, Nelson combate o complexo de vira-lata no setor de TI e prova que o Brasil pode sim produzir tecnologia de ponta. É também autor de dois livros sobre sua trajetória, com mestrado em Marketing pela FGV e formação na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).
Neste episódio, uma conversa sobre resiliência, soberania tecnológica e a coragem de transformar uma morte clínica em múltiplas vidas!!